8 de novembro de 2018

AMOR- Carl J.Jung

O amor tem mais do que um ponto em comum com a convicção religiosa: exige uma aceitação incondicional e uma entrega total. Assim como o fiel que se entrega a seu Deus participa da manifestação da graça divina, também o amor só revela seus mais altos segredos e maravilhas àquele que é capaz de entrega total e de fidelidade ao sentimento. Pelo fato de isto ser muito difícil, poucos mortais podem orgulhar-se de tê-lo conseguido. Mas, por ser o amor devotado e fiel o mais belo, nunca se deveria procurar o que pode torná-lo fácil. Alguém que se apavora e recua diante da dificuldade do amor é péssimo cavaleiro de sua amada. O amor é como Deus: ambos só se revelam aos seus mais bravos cavaleiros.
Da mesma forma critico o casamento experimental. O simples fato de assumir um casamento experimental significa que existe de antemão uma reserva: a pessoa quer certificar-se, não quer queimar a mão, não quer arriscar nada. Mas com isto se impede a realização de uma verdadeira experiência. Não é possível sentir os terrores do gelo polar na simples leitura de um livro, nem se escala o Himalaia assistindo a um filme.
O amor custa caro e nunca deveríamos tentar torná-lo barato. Nossas más qualidades, nosso egoísmo, nossa covardia, nossa esperteza mundana, nossa ambição, tudo isso quer persuadir-nos a não levar a sério o amor. Mas o amor só nos recompensará se o levarmos a sério. Considero um desacerto falarmos nos dias de hoje da problemática sexual sem vinculá-la ao amor. As duas questões nunca deveriam ser separadas, pois se existe algo como problemática sexual esta só pode ser resolvida pelo amor. Qualquer outra solução seria um substituto prejudicial. A sexualidade simplesmente experimentada como sexualidade é animalesca. Mas como expressão do amor é santificada. Por isso não perguntamos o que alguém faz, mas como o faz. Se o faz por amor e no espírito do amor, então serve a um Deus; e o que quer que faça não cabe a nós julgá-lo pois está enobrecido.

                                                                                                                 Carl J.Jung
                                                                                                                  
                                                                                                                         

21 de junho de 2018

Carl Jung

Veja o pensamento de Jung de como deve atuar um terapeuta: ´´Conheça todas as técnicas , mas ao tocar  uma alma humana, seja apenas outra alma humana ´´                               

4 de junho de 2018

SAÚDE

O conceito de saúde segundo Maffei

Conceito de Saúde do saudoso Professor Maffei, ilustre patologista e autor do livro "FUNDAMENTOS DA MEDICINA":


‘’Saúde consiste na harmonia do indivíduo consigo mesmo e com o ambiente, que se traduz pelo bom aspecto não só morfológico como também de suas manifestações sociais. É o estado subjetivo que só o próprio indivíduo pode exprimir, manifestado pelo apetite, isto é, prazer de comer, disposição para o trabalho físico e intelectual, diversões, enfim, as relações humanas’’.

3 de abril de 2018

Homeopatia tratamento do Estresse

 HOMEOPATIA E ESTRESSE
Por Minha Vida Publicado - Entrevista

Homeopatia é alternativa natural para tratar o estresse
Combinação de medicamentos pode ser utilizada para diminuir os sintomas.

Conhecida por tratar as causas, e não as doenças em si, a homeopatia tem sido cada vez mais procurada por pessoas que querem se livrar do estresse. "Cuidamos do indivíduo como um todo, não pensamos apenas em uma parte. A gente encara o estresse como um desequilíbrio da energia vital", explica o médico homeopata José Roberto Miglioli.

Para tratar essa desarmonia energética, o homeopata começa com uma conversa detalhada sobre o histórico de cada paciente. Algumas das perguntas feitas são sobre hábitos de vida, padrões de reações e comportamentos mentais. "Preciso saber se a pessoa é calorenta, se tem restrições alimentares, se toma muita ou pouca água, se tem traumas, se lembra dos sonhos, se tem consciência de como reage em determinadas situações do dia a dia e muitas outras coisas", conta Miglioli.

De acordo com ele, terapia costuma ajudar muito no processo. É frequente psicólogos encaminharem pacientes com estresse para homeopatas. Na sua avaliação, a maior contribuição das pessoas que vêm de tratamentos psicológicos é facilitar a definição do chamado medicamento de fundo.

O remédio de fundo, explica o especialista, é como se fosse um terno feito sob medida. "Pode-se dizer também que é a música da pessoa, é o que vai harmonizar a energia vital dela". O uso do medicamento de fundo não é feito em todas as linhas da homeopatia. Algumas utilizam um remédio para cada um dos sete pontos-chave do corpo, chamado de chacras pelos indianos. Outras adotam fórmulas que são complementares à de fundo. E há ainda quem receite uma preparação para cada patologia.

Mas Miglioli ressalta que, como todo homeopata é médico, utiliza-se todas as ferramentas da medicina para diminuir o sofrimento humano. "No caso de um surto psicótico, por exemplo, pode-se usar algum medicamento alopático. Eu tenho pacientes que tomam alopatia e homeopatia ao mesmo tempo", conta o profissional.

Em casos de estresse, além da medicação homeopática, são recomendadas mudanças no estilo de vida, como melhoria da alimentação e realização de exercícios físicos. Miglioli diz, porém, que não é positivo pedir muito dos pacientes. "O indivÍduo estressado quer resolver o problema dele no dia seguinte. Se começar a colocar um monte de empecilhos, a pessoa larga vai  tomar ansiolíticos e nunca vai mais sair disso".

                                                                                                                  Fonte: http://www.minhavida.com.br/





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30 de janeiro de 2018


Benzodiazepínicos

Os benzoadiazepínicos, popularmente chamados de "calmantes", têm estado entre os remédios mais comercializados nos últimos tempos em todo o mundo. Somente no Brasil, entre 2006 e 2011, segundo pesquisas recentes, o número de caixinhas do ansiolítico clonazepam vendidas saltou 36% - passou de 13,57 milhões para 18,45 milhões.

Introduzido pelo químico Leo Stembach, em 1955, o clordiazepóxido foi o primeiro
benzodiazepínico que apareceu no mercado, com o nome comercial de Librium.
Oito anos mais tarde, em 1963, o Diazepam (Valium) surgiu como a esperança dos pacientes ansiosos, sendo prescrito até os dias atuais, indiscriminadamente, por médicos que, muitas vezes, ignoram seus efeitos colaterais.
Os benzodiazepínicos podem ser ansiolíticos, sedativos, hipnóticos, relaxante muscular e anticonvulsivos. O Midazolam (Dormonid) e o Flurazepam (Dalmadorm), por exemplo, podem ajudar o indivíduo a dormir - por causar efeito hipnótico e sedativo - e são muito usados em procedimentos como endoscopia, retosigmóidoscopia, etc.
O clonazepam (Rivotril) tem sua aplicação em casos de convulsões, crises mioclônicas, ausências e sindrome do pânico. O Alprazolam (Frontal) e o próprio Diazepam são usados nos casos crônicos de ansiedade, e é aí que devemos ter muito cuidado, pois  podem causar dependência grave e o paciente acaba precisando de doses cada vez mais altas para diminuir seus sintomas.

Os efeitos colaterais provocados pelo uso dos benzodiazepínicos podem aparecer logo no início, sendo alguns deles a falta de coordenação motora, sonolência, vertigem, diminuição da concentração e memória, confusão mental e pesadelos.

Com o tempo, pode aparecer também a diminuição da libido, a dificuldade em exteriorizar as emoções, perda da capacidade de pensar construtivamente, fobia social e depressão.

Em idosos, os benefícios são mínimos em relação aos riscos. Como já dissemos, a memória e a concentração ficam diminuídas  e aparece a dificuldade da coordenação motora, acarretando risco de quedas. A longo prazo, o idoso ainda pode apresentar sintomas semelhantes à Doença de Alzheimer, confundindo o diagnóstico. A depressão também é comum e torna-se mais grave com risco de suicídio, se o paciente já  tiver essa predisposição.

Os benzodiazepínicos causam  dependência de difícil controle, por isso, devemos usá-los somente se não existirem outras alternativas. Porém, têm se observado resultados bastante satisfatórios com a utilização de outros tratamentos, como fitoterapia, homeopatia, técnicas de relaxamento e psicoterapia