21 de novembro de 2011

JURAMENTO DE HIPÓCRATES

Encerrando o ano vamos ler o que nos diz Hipócrates ''O Pai da Medicina'' :

Eu juro por Apolo-médico-por Esculápio,Higéia,Panacéia e por todos os deuses e deusas que,de acordo com minha habilidade e julgamento,cumprirei estes compromissos:
Respeitar quem me ensinou esta arte como se fora meu pai.Repartir com êle meus bens e suavizar suas necessidades se for necessário.Olhar para seus filhos como se fossem irmãos.
Pelo preceito,leitura e qualquer outro modo de instrução,darei conhecimento da arte aos meus próprios filhos e a meus mestres,se quiserem aprendê-la,sem retribuição,nem condição de espécie alguma bem como a qualquer colega ligado por compromisso e juramento,conforme a lei da Medicina.
Seguirei aqueles regimes que,de acordo com minha habilidade e julgamento,considerar benéfico aos meus doentes e me absterei de tudo que for nocivo e deletério.Não darei venenos mortais a ninguém,mesmo que seja instado,nem darei a ninguém tal conselho e,do mesmo modo,não darei às mulheres pessário para provocar aborto.
Viverei e praticarei minha arte com pureza e  santidade.Qualquer que seja a casa em que penetre,lá irei em benefício dos doentes e abster-me-ei de qualquer ato de maldade ou corrupção e ainda de sedução de mulheres e homens.
Tudo aquilo que tenha ou não relação com a pratica da minha profissão,ver ou ouvir da vida dos homens que não deva ser divulgado,não divulgarei,respeitando tudo aquilo que deva ficar secreto.
Enquanto conservar sem violação este juramento,que me seja concedido gozar a vida e a prática da arte,respeitado por todos os homens,em todos os tempos.Que outro seja o meu destino se transgredir ou violar este juramento.
                                      Veja abaixo o Juramento de Hipócrates em grego


  

9 de outubro de 2011

Epidemia de doença mental

As drogas psicoativas não são a solução para todos os "males da mente", muito pelo contrário, podem até prejudicar o indivíduo, tanto do ponto de vista fisico como mental. O valor da psicoterapia, da atividade física e dos tratamentos comprovadamente eficazes como a HOMEOPATIA, não podem ser esquecidos.


Entre no link abaixo e leia o importante artigo ''Epidemia de doença mental''.

8 de setembro de 2011

Benzodiazepínicos

Os benzoadiazepínicos, popularmente chamados de "calmantes", têm estado entre os remédios mais comercializados nos últimos tempos em todo o mundo. Somente no Brasil, entre 2006 e 2011, segundo pesquisas recentes, o número de caixinhas do ansiolítico clonazepam vendidas saltou 36% - passou de 13,57 milhões para 18,45 milhões.

Introduzido pelo químico Leo Stembach, em 1955, o clordiazepóxido foi o primeiro
benzodiazepínico que apareceu no mercado, com o nome comercial de Librium.

Oito anos mais tarde, em 1963, o Diazepam (Valium) surgiu como a esperança dos pacientes ansiosos, sendo prescrito até os dias atuais, indiscriminadamente, por médicos que, muitas vezes, ignoram seus efeitos colaterais.

Os benzodiazepínicos podem ser ansiolíticos, sedativos, hipnóticos, relaxante muscular e anticonvulsivos. O Midazolam (Dormonid) e o Flurazepam (Dalmadorm), por exemplo, podem ajudar o indivíduo a dormir - por causar efeito hipnótico e sedativo - e são muito usados em procedimentos como endoscopia, retosigmóidoscopia, etc.

O clonazepam (Rivotril) tem sua aplicação em casos de convulsões, crises mioclônicas, ausências e sindrome do pânico. O Alprazolam (Frontal) e o próprio Diazepam são usados nos casos crônicos de ansiedade, e é aí que devemos ter muito cuidado, pois  podem causar dependência grave e o paciente acaba precisando de doses cada vez mais altas para diminuir seus sintomas.

Os efeitos colaterais provocados pelo uso dos benzodiazepínicos podem aparecer logo no início, sendo alguns deles a falta de coordenação motora, sonolência, vertigem, diminuição da concentração e memória, confusão mental e pesadelos.

Com o tempo, pode aparecer também a diminuição da libido, a dificuldade em exteriorizar as emoções, perda da capacidade de pensar construtivamente, fobia social e depressão.

Em idosos, os benefícios são mínimos em relação aos riscos. Como já dissemos, a memória e a concentração ficam diminuídas  e aparece a dificuldade da coordenação motora, acarretando risco de quedas. A longo prazo, o idoso ainda pode apresentar sintomas semelhantes à Doença de Alzheimer, confundindo o diagnóstico. A depressão também é comum e torna-se mais grave com risco de suicídio, se o paciente já  tiver essa predisposição.

Os benzodiazepínicos causam  dependência de difícil controle, por isso, devemos usá-los somente se não existirem outras alternativas. Porém, têm se observado resultados bastante satisfatórios com a utilização de outros tratamentos, como fitoterapia, homeopatia, técnicas de relaxamento e psicoterapia.

25 de agosto de 2011

Cannabis sativa

A cannabis sativa, também conhecida como maconha, apresenta efeitos que variam segundo a sensibilidade de cada indivíduo.

No início do seu uso os olhos ficam vermelhos (hiperemia conjuntival) e a boca fica seca (xerostomia). Taquicardia, com frequências acima de 140 b.p.m, também pode ocorrer.

Quanto ao psiquismo, uma sensação de tranquilidade, relaxamento e vontade de rir ocorrem como sensações agradáveis. Tremores, angústia, perda da noção de espaço e tempo, diminuição da memória recente, dificuldade de concentração fazem com que alguns indivíduos peçam ajuda médica.

Claro que, como ja dissemos, os sintomas variam de pessoa para pessoa, e muitos usuários só apontam os lados ''positivos'' da substância, evitando falar na chamada ''má viagem''.

Com o uso contínuo da droga aparecem, muitas vezes, sintomas mais graves, como diminuição do nível do hormônio masculino, ocasionando oligoespermia e, consequentemente, esterilidade. Como no tabagismo, quadro de bronquite crônica (relacionado a irritação crõnica dos brônquios) e o aparecimento de câncer de pulmão (devido ao alcatrão em teor muito maior do que o do cigarro) parecem estar confirmados em pesquisas recentes.

Ainda quanto aos sintomas mentais, o usuário crônico apresenta a vontade comprometida e perde a motivação para realizar qualquer coisa.

Quadros delirantes persecutórios, alucinações visuais e auditivas indicam que a maconha pode servir de ''gatilho'' para doenças psiquiátricas e, não raro, os primeiros sintomas aparecem em indivíduos que relatam seu uso.

São inúmeros os relatos de casos em que a maconha é apontada como porta de entrada para outras drogas mais pesadas. Alguns especialistas contestam essas afirmações, mas todos concordam que os danos existem e devem ser informados aos usuários.

4 de agosto de 2011

Sem dúvida a homeopatia funciona!!!

Em nossa experiência como Clínico Geral e Homeopata não há dúvidas que a homeopatia funciona.

Parece que nos tempos atuais as pesquisas para invalidar o tratamento homeopático vem perdendo terreno e o que se vê são críticas sem fundamento que visam tratar a homeopatia como charlatanismo.

Vários ditos ''cientistas'' tem se manifestado contra a homeopatia, sem pelo menos se dar ao trabalho de estudar o assunto com mais profundidade.

Essas afirmações tendem a cair por terra a partir das experiências realizadas no Departamento de fisico-quimica da UNICAMP.

Leiam atentamente o texto abaixo:

   Comprovar que a água colocada em um campo magnético com outra substância passa a ter o mesmo efeito da tal substância era um desafio para pesquisadores e a esperança de muitos médicos homeopatas. O mérito desta conquista inédita no mundo é do Instituto de Química da Universidade de Campinas (Unicamp). O professor do Instituto de Química da Unicamp, José Fernando Greogori Faigle, foi o responsável pela pesquisa.

   “A grande novidade é que, em vez de colocarmos apenas água nestes campos magnéticos, acrescentamos substâncias farmacológicas”.

   Com as pesquisas, que duram dez anos, foi comprovado cientificamente que soluções sem soluto (puras) apresentam os efeitos biológicos da mesma solução diluída em água. Esta descoberta contribui para a credibilidade do tratamento homeopático que utiliza medicamentos de origem animal, vegetal e mineral diluídos em água ou álcool.

   Para exemplificar, o professor cita a seguinte experiência: “Pegamos a substância atropina (colírio utilizado para dilatar a pupila dos olhos), pingamos nos olhos de animais de laboratório e obtivemos o mesmo efeito que ocorre com humanos. Em seguida, colocamos em um campo magnético um frasco de água e outro de atropina. Deixamos por algum tempo. Depois pingamos esta água que estava junto com a substância nos olhos dos animais. Os resultados apresentados foram os mesmos de quando colocamos a atropina pura”.

   Faigle ressalta que, do ponto de vista químico, a substância aplicada no animal era apenas água. “Pudemos concluir que, para produzir o efeito da atropina, bastou termos a água que esteve em contato com campos magnéticos”, observa. “Mas, como não existiu contato físico, ainda não conseguimos explicar o motivo pelo qual isto ocorre. Estamos trabalhando neste sentido.”
 
   Nos experimentos, a água não sofreu nenhuma alteração em sua composição. “Isto tem um peso muito grande. Nossa pesquisa pode trazer uma série de avanços para medicina. É uma conquista, pois estamos comprovando que o soluto realmente funciona, o que resulta em maior credibilidade para a homeopatia”, diz Faigle.

   O químico lembrou que novidades sempre trazem desconfianças. “Algumas pessoas são favoráveis, aceitam e apoiam a nossa pesquisa. Outras só acreditam quando vão ao laboratório e certificam-se dos experimentos. Isso é muito comum e faz parte. Não existem pesquisas e resultados se não houver questionamentos e opiniões controvertidas.”
           
   A médica especialista em homeopatia, Graciela Alícia Martinez, integrante da Comissão de Pesquisa da Associação Médica Homeopática Brasileira, disse que o processo de solução imagem (como é denominada a substância diluída em água, cuja molécula não apresenta a substância, mas causa o mesmo efeito) é utilizado de forma semelhante na homeopatia. O Aurum metallicum (ouro), por exemplo, é triturado até virar pó. Se diluído com açúcar de leite, torna-se pastilha e, em álcool, é formada a Tintura Mãe. A partir desta substância, o remédio homeopático é realizado.

   A médica citou alguns exemplos dos estudos da Unicamp. Foram formados dois grupos de coelhos de laboratório. No primeiro administraram estricnina pura – veneno letal, se utilizado em grandes doses, e estimulante do sistema nervoso central, quando aplicado de forma controlada. A substância provocou diversas reações nos animais, como batimento cardíaco acelerado. No segundo grupo foram administradas doses de estricnina que estiveram em contato com água, mas em termos de molécula não tinha mais o produto., era apenas H2O. “Quando administrada aos coelhos, os sintomas apresentados pelos animais foram os mesmos”, explica a especialista.

   Os pesquisadores trabalharam com outras substâncias farmacológicas, utilizando coelhos, ratos e cachorros, por exemplo. “Os estudiosos conseguiram provam cientificamente as alterações físico-químicas das substâncias e o efeito que as soluções tem nas moléculas. Foi criada uma polêmica: para conseguir efeito, não é necessária a presença das substâncias”, declara a médica.
 
   A pesquisa realizada pelo Instituto de Química foi apresentada no congresso “A Homeopatia no Século XXI”, em dezembro do ano passado. De acordo com o professor Faigle, o interesse de um palestrante italiano, Paolo Bellavite, professor da Universidade de Verona, foi tanto que ele solicitou algumas amostras do trabalho para serem testadas na Itália. “Estamos ansiosos, aguardando os resultados. Caso sejam positivos, esperamos o reconhecimento da seriedade da pesquisa”, anima-se Faigle.

   O médico homeopata Matheus Marin, um dos organizadores do congresso, disse que é necessário mudar o conceito de que a homeopatia funciona apenas de forma psicológica. Marin afirmou que esta é a primeira vez que uma universidade do porte da Unicamp abriu suas portas para a discussão do papel da Homeopatia, mostrando como a água pode reter informações de outras substâncias. “Costumam dizer que a Homeopatia não é ciência e esta perspectiva  está caindo por terra com pesquisas embasadas em estudos científicos.”
 
   Dentro do Instituto de Química são realizadas diversas pesquisas com linhas inéditas de estudo. “Esta água é apenas uma delas”, comenta Faigle. “O trabalho ainda não está terminado, acreditamos que sejam necessários mais alguns anos para aprimoramento dos estudos. Os pesquisadores sempre procuram dar o melhor de si em seus projetos”, adianta.

   A pesquisa realizada pelo Instituto de Química conta com apoio do Departamento de Farmacologia e Ciências Médicas da Universidade. Atualmente, alunos de pós-graduação em Química também estão oferecendo suas contribuições, mas o trabalho é coordenado por Faigle e mais dois pesquisadores.
                                                  Fonte: site da Dra Regina M.G.Dias Homeopatia e Medicina Ortomolecular 
                                                       

31 de julho de 2011

Sindrome de abstinência alcoólica

A síndrome de abstinência alcoólica é um quadro grave que aparece pela diminuição ou parada na ingestão de bebidas alcoólicas, após um período de consumo intermitente.
A síndrome tem início mais ou menos 8 horas após a parada da ingestão de álcool e  os sintomas são: tremores nas mãos, insônia, alterações na  concentração e memória, inquietude, irritabilidade e distúrbios gastrointestinais, chamados de abstinência leve.
Cerca de 5% dos que entram em abstinência leve evoluem para um quadro grave chamado de  '' DeliriumTremens '' com alterações na percepção incluindo alucinações auditivas, visuais, tácteis e olfativas. Além disso apresentam  febre, tetania, tremores, transpiração abundante com perda de líquidos e eletrólitos.
O comprometimento cardiorespiratório, hepático e renal, complicam mais a situação do doente, que evolui para coma e choque circulatório e, por fim, a óbito se não tratado em emergência hospitalar.
O alcoolismo é um dos mais graves problemas de saúde pública mundial. 10% da população adulta brasileira consomem bebidas alcoólicas abusivamente e as consequências estão aí!!











14 de julho de 2011

Tabagismo

Atualmente a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que o tabagismo é considerado uma pandemia.

A fumaça do cigarro apresenta substâncias tóxicas que atingem os mais diversos órgãos, causando hipertensão arterial, insuficiência coronariana (infarto), acidente vascular cerebral, câncer de pulmão, bôca, laringe, esôfago, estômago e outras afecções como o enfisema pulmonar, arteriopatias, impotência sexual, etc..

Estatisticamente sabemos que o cigarro é responsável por 90% dos casos de câncer de pulmão, 80% dos enfisemas, 25% dos infartos do miocárdio e 40% dos derrames.

QUATRO MILHÕES DE PESSOAS MORREM POR ANO POR CAUSA DO CIGARRO!!

Tratamentos propostos: goma de nicotina, skin paches, bupropiona e isoterápico de nicotina.

Para quem tiver interesse, acesse:


11 de julho de 2011

Ritalina, a droga do momento.

O cloridrato de metilfenidato, cujo nome comercial é Ritalina, nunca foi tão receitado às crianças com TDAH, antiga disfunção cerebral mínima ou transtornos por déficit de atenção e hiperatividade.

Essa medicação apresenta inúmeros efeitos colaterais desde nervosismo e insônia até quadros neuropsiquiátricos graves.

Outras alterações incluem anorexia, vertigens, arritmias cardíacas, dor abdominal, e para crianças emocionalmente instáveis, doses cada vez maiores causando dependência e quadros psicóticos. A abordagem apenas farmacológica aparentemente parece encurtar o caminho para o tratamento dessas crianças, que por comodidade, são subavaliadas por médicos e psicopedagogos acarretando prejuízos irreparáveis em sua evolução.

Esses fatos só ocorrem quando se leva em conta apenas a fotografia do indivíduo doente, deixando de lado o filme de sua vida.

Existem também outras alternativas que a nosso ver podem ser usadas como as técnicas de psicoterapia associadas ao tratamento homeopático, a fim de enfocar a criança como um ser único e individualizado visando o equilibrio da Energia Vital.

Aos que não se tratam com Homeopatia

Entre os não versados em homeopatia, existe uma confusão achando que os médicos homeopatas são contra a medicina convencional.

Pergunta-se: A homeopatia é contra ou a favor da cirurgia, das vacinas, da medicina preventiva e assim por diante?

Em primeiro lugar, a homeopatia admite que se deve sempre que possível remover a causa do sofrimento.

Evidente que se o caso é de cirurgia não há outra saída!!!

Muitas vezes, no pré e pós-operatório, o uso da homeopatia é muito benéfico ao paciente, como no caso de determinadas cirurgias plásticas estéticas em que Arnica Montana é usada até por alopatas.

Quanto a medicina preventiva somos absolutamente a favor da vacinação desde que seja feita com critérios ditados pelo Ministério da Saúde.

Além do mais, o uso de homeopatia exerce uma ação profilática e os sintomas são, por assim dizer, antecipados. Um bom exemplo seria a irritabilidade, agressividade e outros distúrbios do comportamento de uma criança antes de uma afecção grave.

Em resumo, a homeopatia só acrescenta ao arsenal terapêutico da medicina convencional. Uma pena que muitos médicos não a utilizem por puro preconceito.

4 de julho de 2011

O VERDADEIRO MÉDICO

''Escolhei de preferência um médico que jamais se mostre grosseiro, que nunca se irrite, salvo à vista de uma injustiça; que não desdenhe de pessoa alguma, salvo os lisonjeadores; que tenha poucos amigos, mas por amigos, homens de coração; que deixe aos que sofrem a liberdade de se lastimarem; que jamais emita uma opinião sem prévia reflexão; que escreva poucos medicamentos, a maioria das vezes um unico, e em substância; que viva modestamente e retirado, afastado do ruído da multidão; que não dissimule o mérito de seus confrades e não faça auto-elogio; enfim um amigo da ordem, da tranquilidade, um homem de AMOR e CARIDADE."

''Antes de escolherdes um médico observai como êle se comporta com os doentes pobres e se, em seu gabinete, quando esta só, se ocupa com trabalhos sérios''

Samuel Hahnemann em 1795.

20 de junho de 2011

Entrevistas no Site Minha Vida

HOMEOPATIA E DISTÚRBIOS DO SONO
Por Minha Vida Publicado em 26/1/2011

Homeopatia trata causas dos distúrbios do sono
Ansiedade, depressão e estresse estão entre os principais responsáveis

Curar os insones como indivíduos e não a insônia como uma doença que atinge muitas pessoas é a proposta da homeopatia. Com medicações individualizadas e mudanças de hábitos, o método trata ainda pacientes com sonambulismo, apnéia, narcolepsia e bruxismo, entre outros distúrbios do sono.

Do ponto de vista dos homeopatas, esses problemas são sintomas de um desequilíbrio. Por isso, após analisar o paciente de forma ampla e subjetiva, o médico determina uma série de ações para a sua cura. "Diferentemente da alopatia, a homeopatia não trata sintomas, mas sim, procura atuar na energia vital do indivÍduo para restabelecer o equilíbrio energético", explica o homeopata José Roberto Miglioli.

De dez pacientes que médico atende por semana, metade sofre de algum distúrbio do sono e, segundo ele, 80% são vítimas de ambientes impróprios, ou seja, quartos com muito barulho e luz ou colchão e travesseiro inadequados.

A primeira recomendação que Miglioli dá a seus pacientes é se preparar para dormir com, pelo menos, duas horas de antecedência. É aconselhável não ver televisão ou optar por programas tranquilos, além de evitar luzes e barulhos fortes.

A orientação mais importante, porém, é não levar preocupações para a cama. Para isso, cada pessoa deve descobrir uma maneira de relaxar e se distrair diariamente antes de tentar pegar no sono.

Baseado nos casos que trata, o homeopata diz que ansiedade, depressão e estresse estão os grandes responsáveis pelo desenvolvimento de distúrbios do sono. Na homeopatia, então, o desafio é encontrar as causas dos problemas emocionais para que a resolução deles ajude na melhora do quadro geral. Mas se engana quem pensa que essa é uma tarefa fácil. Os motivos pelos quais uma pessoa fica estressada podem ser tão sutis quanto os que criam medos, como de altura e de multidão.

Nesse quadro, as crianças também ganham espaço. Infelizmente, elas não são exceção no consultório médico. Segundo Miglioli, é comum as crianças apresentarem dificuldades em dormir, mesmo que aparentemente elas não enfrentem uma vida atribulada e difícil como um adulto. "As crianças tem também insônia, sono interrompido e pesadelos noturnos. Uma das causas é a ausência da presença de pais durante o dia. Por isso, à noite, acordam para conferir se os pais estão por perto. É um sintoma da sensação de abandono", afirma o homeopata.

Ele adverte que o estilo de vida, basicamente sedentário, impossibilita as crianças de gastarem energia como deveriam. "Em função disso, muitas são diagnosticadas como hiperativas, quando, na verdade, se tivessem espaço e fossem estimuladas a brincar e a exercitar seus corpos, não apresentariam esses problemas".

Miglioli ressalta que se preocupar com a qualidade do seu sono não é um luxo. A sua disposição e o seu rendimento no dia seguinte estão totalmente atrelados à capacidade de relaxar e deixar o corpo se autoajustar. "Não dormindo, a pessoa diminui a condição física e a imunidade, fica mais propenso a doenças contagiosas, a memória piora e ainda potencializa qualquer disfunção como os problemas cardíacos e de pressão", enfatiza.

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HOMEOPATIA E ESTRESSE
Por Minha Vida Publicado - Entrevista

Homeopatia é alternativa natural para tratar o estresse
Combinação de medicamentos pode ser utilizada para diminuir os sintomas.

Conhecida por tratar as causas, e não as doenças em si, a homeopatia tem sido cada vez mais procurada por pessoas que querem se livrar do estresse. "Cuidamos do indivíduo como um todo, não pensamos apenas em uma parte. A gente encara o estresse como um desequilíbrio da energia vital", explica o médico homeopata José Roberto Miglioli.

Para tratar essa desarmonia energética, o homeopata começa com uma conversa detalhada sobre o histórico de cada paciente. Algumas das perguntas feitas são sobre hábitos de vida, padrões de reações e comportamentos mentais. "Preciso saber se a pessoa é calorenta, se tem restrições alimentares, se toma muita ou pouca água, se tem traumas, se lembra dos sonhos, se tem consciência de como reage em determinadas situações do dia a dia e muitas outras coisas", conta Miglioli.

De acordo com ele, terapia costuma ajudar muito no processo. É frequente psicólogos encaminharem pacientes com estresse para homeopatas. Na sua avaliação, a maior contribuição das pessoas que vêm de tratamentos psicológicos é facilitar a definição do chamado medicamento de fundo.

O remédio de fundo, explica o especialista, é como se fosse um terno feito sob medida. "Pode-se dizer também que é a música da pessoa, é o que vai harmonizar a energia vital dela". O uso do medicamento de fundo não é feito em todas as linhas da homeopatia. Algumas utilizam um remédio para cada um dos sete pontos-chave do corpo, chamado de chacras pelos indianos. Outras adotam fórmulas que são complementares à de fundo. E há ainda quem receite uma preparação para cada patologia.

Mas Miglioli ressalta que, como todo homeopata é médico, utiliza-se todas as ferramentas da medicina para diminuir o sofrimento humano. "No caso de um surto psicótico, por exemplo, pode-se usar algum medicamento alopático. Eu tenho pacientes que tomam alopatia e homeopatia ao mesmo tempo", conta o profissional.

Em casos de estresse, além da medicação homeopática, são recomendadas mudanças no estilo de vida, como melhoria da alimentação e realização de exercícios físicos. Miglioli diz, porém, que não é positivo pedir muito dos pacientes. "O indivÍduo estressado quer resolver o problema dele no dia seguinte. Se começar a colocar um monte de empecilhos, a pessoa larga e vai para o psiquiatra tomar ansiolíticos e nunca vai mais sair disso".

                                                                                                                  Fonte: http://www.minhavida.com.br/





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