17 de janeiro de 2012

Artigo do Dr.Matheus pesquizador e médico Homeopata

PORQUE A HOMEOPATIA INCOMODA - Dr. Matheus Marim 

 Publicação de ''O Correio Popular''-1997

Escolhemos o título acima, porque como praticantes de uma atitude médico-filosófica que vê o ser humano como uma unidade e integrado ao todo, jamais conseguimos nos furtar ao diagnóstico sistêmico. É hábito do homeopata o diagnóstico em sua totalidade, das partes integradas ao todo, buscando o porquê em tudo, até em um simples artigo de um simples jornal de uma simples cidade que integra o nosso pequeno planeta, diga ele respeito ou não à homeopatia.

Inicialmente a homeopatia começou incomodando as religiões, pois quando Hahnemann experimentou substâncias em humanos, observou o aparecimento de sintomas físicos e psíquicos, estes últimos eram tidos até então como instâncias da alma e portanto propriedade dos religiosos. Além de destruir o tácito acordo entre medicina e religião, onde médicos cuidavam dos males do corpo e os religiosos dos males da alma, resgatou também a unidade que é o ser. Foi a primeira prova testemunhal na medicina ocidental da comprovação dessa unidade. Percebemos aí que com apenas um experimento ele virou de pernas para o ar a ciência e a religião da sua época. Experimentou em humanos e acessou a alma, resgatou a unidade.

Mas a homeopatia incomoda principalmente ao capital. Calcula-se que o PIB mundial esteja em torno de US$ 25 trilhões, dos quais US$ 8 trilhões em mãos de 200 mega empresas, sobrando os restantes US$ 17 trilhões para o "resto" do mundo (empresas e nações, inclusive USA). Neste bolo de US$ 25 trilhões, a indústria farmacêutica é a que abocanha o maior percentual, constituindo-se assim em um dos importantes pilares do capital e da globalização que hora se pretende. Remédios para todos.

Para manter o "status-quo", o capital tem na mídia o seu principal arauto e de-formador de opinião (considero-a a maior e melhor quadrilha organizada do planeta), veiculando ela todos os seus interesses, defendendo, omitindo, informando parcialmente e deformando sempre que necessário. Considero uma ingenuidade encarar como acidental qualquer artigo sobre qualquer assunto que incomode o capital. Sempre há uma intencionalidade por detrás deles: a destruição por detrás de uma falsa polêmica e sempre com poucos argumentos de defesa, pois o acesso à mídia é convenientemente negado, a última palavra sempre é a do capital.

Diretamente interessada na área da "saúde", a indústria farmacêutica com seus trilhões, "ampara" as instituições de pesquisa, os hospitais, os pesquisadores etc. desde que estes rezem exatamente de acordo à sua cartilha. As amostras-grátis, os coquetéis, as viagens, os financiamentos à pesquisa, suporte às universidades, só têm uma intenção, vender mais remédios, e sabemos que remédios nem sempre significam saúde. Qualquer movimento que ouse questionar é sutilmente atraído e se morder a isca... destruído. Não podemos esquecer que o relatório Flexner foi sutilmente encomendado por Rockfeller II.

A homeopatia incomoda muito mais às ciências médicas, uma vez que estas se constituem no principal objeto e escudo de defesa da indústria farmacêutica. A medicina convencional atual está centrada no diagnóstico das doenças de um doente, remédios para doenças, quanto mais doenças mais remédios. O paradigma homeopático é outro, é a medicina do doente com suas doenças, é a medicina da resubjetivação do sujeito onde as doenças apreendidas nas suas origens psíquicas mais profundas, somente se atenuarão e/ou desaparecerão à medida que o doente for se curando como um ser integral que é. Tratar doenças com remédios homeopáticos não faz sentido, o resultado será sempre igual ao emprego do placebo como estamos cansados de ver em inúmeros trabalhos que teimosamente tentaram provar a eficácia da homeopatia fora da sua episteme.

Daí a dificuldade em o cientificismo atual avaliar a homeopatia e daí também a recusa da homeopatia em aceitar as reducionistas avaliações da atual metodologia da pesquisa em humanos.

Atualmente os critérios de regularidade e repetição minuciosamente analisados são utilizados como parâmetros do científico. Regularidade e repetição são observadas nas experimentações homeopáticas. As substâncias homeopáticas são experimentadas em humanos sadios e não em animais. Uma mesma substância experimentada em várias pessoas de diferentes regiões e países, em estudos duplo-cegos, embora diluídas até 50 mil vezes produzem nesses experimentadores sintomas que se repetem com regularidade e repetição, isso é o que constitui a nossa matéria médica.

Esses mesmos medicamentos quando prescritos às pessoas doentes só os ajudam quando houver similaridade com a Unidade que é o doente. Regularidade e repetição na pesquisa. Regularidade e repetição na Clínica da Similitude com o doente. Por outro lado, na pesquisa clínica, não aceitamos os duplo-cegos e triplo-cegos que se concentrem em apenas uma doença de uma pessoa que é um Universo. Consideramos esses estudos totalmente cegos. A cegueira consiste no reducionismo de olhar apenas uma úlcera, uma bronquite asmática, uma insônia, uma artrite reumatóide, deixando de lado o ulceroso, o asmático, o insone, o artrítico que está por detrás disso. Esse reducionismo é imposto à ciência como uma forma de afastá-la da Unidade que é o ser.

Qual a vantagem em se fechar uma úlcera sem resolver a dinâmica profunda que a provocou? Teremos para o futuro um ex-ulceroso portador de patologias mais sérias uma vez que a sua problemática profunda como sujeito não foi resolvida. Nos recusamos a participar de estudos que não encarem o sistema aberto que é o ser. Por que a medicina convencional não ousa enfrentar os sistemas abertos ao invés de trabalhar com modelos reducionistas? Simplesmente porque todo o edifício ruirá.

Não é à toa que bilhões estejam disponíveis para que se pesquise apenas aquilo que não saia fora do reducionismo. Calcula-se que 95% dos trabalhos publicados na área das ciências médicas são total ou parcialmente patrocinados pelos laboratórios farmacêuticos e as revistas que os veiculam cobrem seus custos com os anúncios dos mesmos.

A homeopatia incomoda um pouco menos à física, pois os físicos são muito hábeis em cambalhotas, vivem colocando o mundo de pernas para o ar. Sabem que o medicamento homeopático veicula uma informação mas que ainda não dispõem de um eficiente instrumental para sua avaliação. Atualmente a Ressonância Nuclear Magnética, após dez longos anos de experiências, começa a mostrar os primeiros resultados confiáveis.

Não compete pois aos homeopatas comprovar a natureza de seus medicamentos nem sua maneira de atuação, fá-lo-ão a física, a bio-física, a físico-química, uma vez que estamos trabalhando com grandezas de ordem freqüencial. O medicamento homeopático veicula uma informação e não é nossa culpa se o instrumental da física ainda não conseguiu demonstrá-lo. Não seremos nós que o faremos. Não há nada de mágico nas diluições homeopáticas, apenas uma informação.

Recentes experiências em unidades de pesquisa norte-americanas têm demonstrado que motores têm sua vida útil prolongada quando lavados com água dinamizada a partir das substâncias e gases que os danificam. A medicina não mudará por nossa causa, mas apenas quando os físicos anunciarem que existe uma outra maneira de acessar os seres vivos, o freqüencial. Medicina de pernas para o ar. Quanto ao fato de Benveniste conseguir enviar sinais homeopáticos via computador, nisso eu acredito e é aí que está o futuro.

A medicação homeopática veicula uma informação que é de ordem freqüencial, nada mais simples que com o evoluir da tecnologia essa informação seja lida e armazenada em um disco rígido e posteriormente enviada. Benveniste trabalha com tecnologia de ponta jamais sonhada por estas plagas em algo que parecia impossível há cinco anos. Hoje ele já consegue os primeiros resultados. A medicina do futuro será fundamentalmente freqüencial e a homeopatia é a sua precursora. Bill Gates ganhará, indústria farmacêutica perderá. Homeopatia é o futuro agora. Medicina de pernas para o ar.

Quanto à afirmação de que "a homeopatia se baseia em princípio totalmente científicos e inexplicados de ação medicamentosa que colocam a lógica de ''pés para o ar" podemos esperar que realmente isso acontecerá, aliás, isso sempre aconteceu em ciência. Copérnico colocou os nossos antepassados de pernas para o ar, o mesmo o fizeram Kepler, Newton, Faraday, Maxwell, Planck, Boltzmann, Michelson-Morley, Einstein e Hahnemann também.

O fato de ser portadora de uma prática onde alguns de seus passos não estão totalmente explicitados apenas coloca a Homeopatia como uma grande interrogação a ser resolvida e não a ser denegrida. O mesmo aconteceu com a mecânica quântica em relação à mecânica newtoniana. A homeopatia nada tem de anticientífico, ela é apenas a ciência do todo, da unidade do ser. A verdade não está apenas naquilo que entendemos ou pensamos que conhecemos, ela sempre vem "à posteriori".

Como homens de ciência devemos sempre estar prontos a acordar de pernas para o ar.
                                                                                                                              Matheus Marim

9 de outubro de 2011

Epidemia de doença mental

As drogas psicoativas não são a solução para todos os "males da mente", muito pelo contrário, podem até prejudicar o indivíduo, tanto do ponto de vista fisico como mental. O valor da psicoterapia, da atividade física e dos tratamentos comprovadamente eficazes como a HOMEOPATIA, não podem ser esquecidos.


Entre no link abaixo e leia o importante artigo ''Epidemia de doença mental''.

8 de setembro de 2011

Benzodiazepínicos

Os benzoadiazepínicos, popularmente chamados de "calmantes", têm estado entre os remédios mais comercializados nos últimos tempos em todo o mundo. Somente no Brasil, entre 2006 e 2011, segundo pesquisas recentes, o número de caixinhas do ansiolítico clonazepam vendidas saltou 36% - passou de 13,57 milhões para 18,45 milhões.

Introduzido pelo químico Leo Stembach, em 1955, o clordiazepóxido foi o primeiro
benzodiazepínico que apareceu no mercado, com o nome comercial de Librium.

Oito anos mais tarde, em 1963, o Diazepam (Valium) surgiu como a esperança dos pacientes ansiosos, sendo prescrito até os dias atuais, indiscriminadamente, por médicos que, muitas vezes, ignoram seus efeitos colaterais.

Os benzodiazepínicos podem ser ansiolíticos, sedativos, hipnóticos, relaxante muscular e anticonvulsivos. O Midazolam (Dormonid) e o Flurazepam (Dalmadorm), por exemplo, podem ajudar o indivíduo a dormir - por causar efeito hipnótico e sedativo - e são muito usados em procedimentos como endoscopia, retosigmóidoscopia, etc.

O clonazepam (Rivotril) tem sua aplicação em casos de convulsões, crises mioclônicas, ausências e sindrome do pânico. O Alprazolam (Frontal) e o próprio Diazepam são usados nos casos crônicos de ansiedade, e é aí que devemos ter muito cuidado, pois  podem causar dependência grave e o paciente acaba precisando de doses cada vez mais altas para diminuir seus sintomas.

Os efeitos colaterais provocados pelo uso dos benzodiazepínicos podem aparecer logo no início, sendo alguns deles a falta de coordenação motora, sonolência, vertigem, diminuição da concentração e memória, confusão mental e pesadelos.

Com o tempo, pode aparecer também a diminuição da libido, a dificuldade em exteriorizar as emoções, perda da capacidade de pensar construtivamente, fobia social e depressão.

Em idosos, os benefícios são mínimos em relação aos riscos. Como já dissemos, a memória e a concentração ficam diminuídas  e aparece a dificuldade da coordenação motora, acarretando risco de quedas. A longo prazo, o idoso ainda pode apresentar sintomas semelhantes à Doença de Alzheimer, confundindo o diagnóstico. A depressão também é comum e torna-se mais grave com risco de suicídio, se o paciente já  tiver essa predisposição.

Os benzodiazepínicos causam  dependência de difícil controle, por isso, devemos usá-los somente se não existirem outras alternativas. Porém, têm se observado resultados bastante satisfatórios com a utilização de outros tratamentos, como fitoterapia, homeopatia, técnicas de relaxamento e psicoterapia.

25 de agosto de 2011

Cannabis sativa

A cannabis sativa, também conhecida como maconha, apresenta efeitos que variam segundo a sensibilidade de cada indivíduo.

No início do seu uso os olhos ficam vermelhos (hiperemia conjuntival) e a boca fica seca (xerostomia). Taquicardia, com frequências acima de 140 b.p.m, também pode ocorrer.

Quanto ao psiquismo, uma sensação de tranquilidade, relaxamento e vontade de rir ocorrem como sensações agradáveis. Tremores, angústia, perda da noção de espaço e tempo, diminuição da memória recente, dificuldade de concentração fazem com que alguns indivíduos peçam ajuda médica.

Claro que, como ja dissemos, os sintomas variam de pessoa para pessoa, e muitos usuários só apontam os lados ''positivos'' da substância, evitando falar na chamada ''má viagem''.

Com o uso contínuo da droga aparecem, muitas vezes, sintomas mais graves, como diminuição do nível do hormônio masculino, ocasionando oligoespermia e, consequentemente, esterilidade. Como no tabagismo, quadro de bronquite crônica (relacionado a irritação crõnica dos brônquios) e o aparecimento de câncer de pulmão (devido ao alcatrão em teor muito maior do que o do cigarro) parecem estar confirmados em pesquisas recentes.

Ainda quanto aos sintomas mentais, o usuário crônico apresenta a vontade comprometida e perde a motivação para realizar qualquer coisa.

Quadros delirantes persecutórios, alucinações visuais e auditivas indicam que a maconha pode servir de ''gatilho'' para doenças psiquiátricas e, não raro, os primeiros sintomas aparecem em indivíduos que relatam seu uso.

São inúmeros os relatos de casos em que a maconha é apontada como porta de entrada para outras drogas mais pesadas. Alguns especialistas contestam essas afirmações, mas todos concordam que os danos existem e devem ser informados aos usuários.

4 de agosto de 2011

Sem dúvida a homeopatia funciona!!!

Em nossa experiência como Clínico Geral e Homeopata não há dúvidas que a homeopatia funciona.

Parece que nos tempos atuais as pesquisas para invalidar o tratamento homeopático vem perdendo terreno e o que se vê são críticas sem fundamento que visam tratar a homeopatia como charlatanismo.

Vários ditos ''cientistas'' tem se manifestado contra a homeopatia, sem pelo menos se dar ao trabalho de estudar o assunto com mais profundidade.

Essas afirmações tendem a cair por terra a partir das experiências realizadas no Departamento de fisico-quimica da UNICAMP.

Leiam atentamente o texto abaixo:

   Comprovar que a água colocada em um campo magnético com outra substância passa a ter o mesmo efeito da tal substância era um desafio para pesquisadores e a esperança de muitos médicos homeopatas. O mérito desta conquista inédita no mundo é do Instituto de Química da Universidade de Campinas (Unicamp). O professor do Instituto de Química da Unicamp, José Fernando Greogori Faigle, foi o responsável pela pesquisa.

   “A grande novidade é que, em vez de colocarmos apenas água nestes campos magnéticos, acrescentamos substâncias farmacológicas”.

   Com as pesquisas, que duram dez anos, foi comprovado cientificamente que soluções sem soluto (puras) apresentam os efeitos biológicos da mesma solução diluída em água. Esta descoberta contribui para a credibilidade do tratamento homeopático que utiliza medicamentos de origem animal, vegetal e mineral diluídos em água ou álcool.

   Para exemplificar, o professor cita a seguinte experiência: “Pegamos a substância atropina (colírio utilizado para dilatar a pupila dos olhos), pingamos nos olhos de animais de laboratório e obtivemos o mesmo efeito que ocorre com humanos. Em seguida, colocamos em um campo magnético um frasco de água e outro de atropina. Deixamos por algum tempo. Depois pingamos esta água que estava junto com a substância nos olhos dos animais. Os resultados apresentados foram os mesmos de quando colocamos a atropina pura”.

   Faigle ressalta que, do ponto de vista químico, a substância aplicada no animal era apenas água. “Pudemos concluir que, para produzir o efeito da atropina, bastou termos a água que esteve em contato com campos magnéticos”, observa. “Mas, como não existiu contato físico, ainda não conseguimos explicar o motivo pelo qual isto ocorre. Estamos trabalhando neste sentido.”
 
   Nos experimentos, a água não sofreu nenhuma alteração em sua composição. “Isto tem um peso muito grande. Nossa pesquisa pode trazer uma série de avanços para medicina. É uma conquista, pois estamos comprovando que o soluto realmente funciona, o que resulta em maior credibilidade para a homeopatia”, diz Faigle.

   O químico lembrou que novidades sempre trazem desconfianças. “Algumas pessoas são favoráveis, aceitam e apoiam a nossa pesquisa. Outras só acreditam quando vão ao laboratório e certificam-se dos experimentos. Isso é muito comum e faz parte. Não existem pesquisas e resultados se não houver questionamentos e opiniões controvertidas.”
           
   A médica especialista em homeopatia, Graciela Alícia Martinez, integrante da Comissão de Pesquisa da Associação Médica Homeopática Brasileira, disse que o processo de solução imagem (como é denominada a substância diluída em água, cuja molécula não apresenta a substância, mas causa o mesmo efeito) é utilizado de forma semelhante na homeopatia. O Aurum metallicum (ouro), por exemplo, é triturado até virar pó. Se diluído com açúcar de leite, torna-se pastilha e, em álcool, é formada a Tintura Mãe. A partir desta substância, o remédio homeopático é realizado.

   A médica citou alguns exemplos dos estudos da Unicamp. Foram formados dois grupos de coelhos de laboratório. No primeiro administraram estricnina pura – veneno letal, se utilizado em grandes doses, e estimulante do sistema nervoso central, quando aplicado de forma controlada. A substância provocou diversas reações nos animais, como batimento cardíaco acelerado. No segundo grupo foram administradas doses de estricnina que estiveram em contato com água, mas em termos de molécula não tinha mais o produto., era apenas H2O. “Quando administrada aos coelhos, os sintomas apresentados pelos animais foram os mesmos”, explica a especialista.

   Os pesquisadores trabalharam com outras substâncias farmacológicas, utilizando coelhos, ratos e cachorros, por exemplo. “Os estudiosos conseguiram provam cientificamente as alterações físico-químicas das substâncias e o efeito que as soluções tem nas moléculas. Foi criada uma polêmica: para conseguir efeito, não é necessária a presença das substâncias”, declara a médica.
 
   A pesquisa realizada pelo Instituto de Química foi apresentada no congresso “A Homeopatia no Século XXI”, em dezembro do ano passado. De acordo com o professor Faigle, o interesse de um palestrante italiano, Paolo Bellavite, professor da Universidade de Verona, foi tanto que ele solicitou algumas amostras do trabalho para serem testadas na Itália. “Estamos ansiosos, aguardando os resultados. Caso sejam positivos, esperamos o reconhecimento da seriedade da pesquisa”, anima-se Faigle.

   O médico homeopata Matheus Marin, um dos organizadores do congresso, disse que é necessário mudar o conceito de que a homeopatia funciona apenas de forma psicológica. Marin afirmou que esta é a primeira vez que uma universidade do porte da Unicamp abriu suas portas para a discussão do papel da Homeopatia, mostrando como a água pode reter informações de outras substâncias. “Costumam dizer que a Homeopatia não é ciência e esta perspectiva  está caindo por terra com pesquisas embasadas em estudos científicos.”
 
   Dentro do Instituto de Química são realizadas diversas pesquisas com linhas inéditas de estudo. “Esta água é apenas uma delas”, comenta Faigle. “O trabalho ainda não está terminado, acreditamos que sejam necessários mais alguns anos para aprimoramento dos estudos. Os pesquisadores sempre procuram dar o melhor de si em seus projetos”, adianta.

   A pesquisa realizada pelo Instituto de Química conta com apoio do Departamento de Farmacologia e Ciências Médicas da Universidade. Atualmente, alunos de pós-graduação em Química também estão oferecendo suas contribuições, mas o trabalho é coordenado por Faigle e mais dois pesquisadores.
                                                  Fonte: site da Dra Regina M.G.Dias Homeopatia e Medicina Ortomolecular 
                                                       

31 de julho de 2011

Sindrome de abstinência alcoólica

A síndrome de abstinência alcoólica é um quadro grave que aparece pela diminuição ou parada na ingestão de bebidas alcoólicas, após um período de consumo intermitente.
A síndrome tem início mais ou menos 8 horas após a parada da ingestão de álcool e  os sintomas são: tremores nas mãos, insônia, alterações na  concentração e memória, inquietude, irritabilidade e distúrbios gastrointestinais, chamados de abstinência leve.
Cerca de 5% dos que entram em abstinência leve evoluem para um quadro grave chamado de  '' DeliriumTremens '' com alterações na percepção incluindo alucinações auditivas, visuais, tácteis e olfativas. Além disso apresentam  febre, tetania, tremores, transpiração abundante com perda de líquidos e eletrólitos.
O comprometimento cardiorespiratório, hepático e renal, complicam mais a situação do doente, que evolui para coma e choque circulatório e, por fim, a óbito se não tratado em emergência hospitalar.
O alcoolismo é um dos mais graves problemas de saúde pública mundial. 10% da população adulta brasileira consomem bebidas alcoólicas abusivamente e as consequências estão aí!!











14 de julho de 2011

Tabagismo

Atualmente a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que o tabagismo é considerado uma pandemia.

A fumaça do cigarro apresenta substâncias tóxicas que atingem os mais diversos órgãos, causando hipertensão arterial, insuficiência coronariana (infarto), acidente vascular cerebral, câncer de pulmão, bôca, laringe, esôfago, estômago e outras afecções como o enfisema pulmonar, arteriopatias, impotência sexual, etc..

Estatisticamente sabemos que o cigarro é responsável por 90% dos casos de câncer de pulmão, 80% dos enfisemas, 25% dos infartos do miocárdio e 40% dos derrames.

QUATRO MILHÕES DE PESSOAS MORREM POR ANO POR CAUSA DO CIGARRO!!

Tratamentos propostos: goma de nicotina, skin paches, bupropiona e isoterápico de nicotina.

Para quem tiver interesse, acesse:


11 de julho de 2011

Ritalina, a droga do momento.

O cloridrato de metilfenidato, cujo nome comercial é Ritalina, nunca foi tão receitado às crianças com TDAH, antiga disfunção cerebral mínima ou transtornos por déficit de atenção e hiperatividade.

Essa medicação apresenta inúmeros efeitos colaterais desde nervosismo e insônia até quadros neuropsiquiátricos graves.

Outras alterações incluem anorexia, vertigens, arritmias cardíacas, dor abdominal, e para crianças emocionalmente instáveis, doses cada vez maiores causando dependência e quadros psicóticos. A abordagem apenas farmacológica aparentemente parece encurtar o caminho para o tratamento dessas crianças, que por comodidade, são subavaliadas por médicos e psicopedagogos acarretando prejuízos irreparáveis em sua evolução.

Esses fatos só ocorrem quando se leva em conta apenas a fotografia do indivíduo doente, deixando de lado o filme de sua vida.

Existem também outras alternativas que a nosso ver podem ser usadas como as técnicas de psicoterapia associadas ao tratamento homeopático, a fim de enfocar a criança como um ser único e individualizado visando o equilibrio da Energia Vital.

Aos que não se tratam com Homeopatia

Entre os não versados em homeopatia, existe uma confusão achando que os médicos homeopatas são contra a medicina convencional.

Pergunta-se: A homeopatia é contra ou a favor da cirurgia, das vacinas, da medicina preventiva e assim por diante?

Em primeiro lugar, a homeopatia admite que se deve sempre que possível remover a causa do sofrimento.

Evidente que se o caso é de cirurgia não há outra saída!!!

Muitas vezes, no pré e pós-operatório, o uso da homeopatia é muito benéfico ao paciente, como no caso de determinadas cirurgias plásticas estéticas em que Arnica Montana é usada até por alopatas.

Quanto a medicina preventiva somos absolutamente a favor da vacinação desde que seja feita com critérios ditados pelo Ministério da Saúde.

Além do mais, o uso de homeopatia exerce uma ação profilática e os sintomas são, por assim dizer, antecipados. Um bom exemplo seria a irritabilidade, agressividade e outros distúrbios do comportamento de uma criança antes de uma afecção grave.

Em resumo, a homeopatia só acrescenta ao arsenal terapêutico da medicina convencional. Uma pena que muitos médicos não a utilizem por puro preconceito.

4 de julho de 2011

O VERDADEIRO MÉDICO

''Escolhei de preferência um médico que jamais se mostre grosseiro, que nunca se irrite, salvo à vista de uma injustiça; que não desdenhe de pessoa alguma, salvo os lisonjeadores; que tenha poucos amigos, mas por amigos, homens de coração; que deixe aos que sofrem a liberdade de se lastimarem; que jamais emita uma opinião sem prévia reflexão; que escreva poucos medicamentos, a maioria das vezes um unico, e em substância; que viva modestamente e retirado, afastado do ruído da multidão; que não dissimule o mérito de seus confrades e não faça auto-elogio; enfim um amigo da ordem, da tranquilidade, um homem de AMOR e CARIDADE."

''Antes de escolherdes um médico observai como êle se comporta com os doentes pobres e se, em seu gabinete, quando esta só, se ocupa com trabalhos sérios''

Samuel Hahnemann em 1795.